Posted by: henriquesampaio | October 13, 2014

Reconhecimento ao estudo de mercados

O economista e professor da Universidade de Toulose, na França, Jean Tirole, de 61 anos, conquistou nesta segunda-feira (13) o Prêmio Nobel de Economia de 2014 por seu trabalho sobre análise do poder e regulação de mercado.

O economista é diretor científico de economia industrial da Universidade de Toulouse e obteve seu PhD no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), localizado em Massachusetts, nos Estados Unidos (MIT).

Na década de 1980, Jean Tirole deu nova vida à pesquisa sobre “falhas de mercado”, segundo a academia. Suas análises sobre empresas com poder de mercado resultaram em uma teoria unificada com uma forte influência sobre questões políticas centrais: como o governo deveria lidar com fusões e cartéis e como deveria regular os monopólios.

“Muitas indústrias são dominadas por um pequeno número de grandes empresas ou apenas por um simples monopólio. Deixados sem regulação, esses mercados frequentemente produzem resultados sociais indesejáveis – preços mais altos do que o dos outros motivados por custos, ou empresas improdutivas que sobrevivem por bloquear a entrada de novas empresas mais produtivas”, afirma a Real Academia Sueca de Ciências sobre o contexto em que os estudos de Tirole foram realizados.

O prêmio de economia, oficialmente chamado de Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, foi criado em 1968 e não fazia parte do grupo original de honrarias estabelecidas pelo magnata que criou a dinamite, definidas em seu testamento, em 1895.

Posted by: henriquesampaio | January 6, 2014

Previdência Privada?

Vale a reflexão…

Os planos de previdência privada aberta oferecidos por grandes bancos e seguradoras possuem vantagens e desvantagens. As vantagens são alardeadas por aqueles que lucram com o sistema. Já as desvantagens não são divulgadas com o mesmo entusiasmo e clareza. Os pontos negativos a população descobre na prática quando já é tarde demais.

Recentemente uma juíza de Itajaí (SC), julgou procedente ação proposta por uma consumidora contra um grande banco público, para declarar inválido, nulo e rescindido um contrato firmado para a aquisição de plano de previdência privada.

O banco levou a cliente de 64 anos a acreditar em diversas vantagens que teria investindo seus únicos R$ 250 mil em um plano de previdência privada. A cliente acreditando na boa-fé do banco aceitou a proposta. Só depois de assinar o contrato ficou sabendo que só poderia sacar o dinheiro sem prejuízos se fizesse isto com 99 anos de idade. (fonte)

Sim. As pessoas assinam contratos sem ler porque muitos ainda acreditam na boa-fé dos outros. E muitas instituições sabendo disto facilitam o acesso e o entendimento de informações vantajosas através de panfletos, cartazes, cartilhas e anúncios, e deixam as desvantagens no contrato repleto de termos jurídicos incompreensíveis para a maioria da população.

Existem algumas instituições que se aproveitam da falta de educação financeira das pessoas para venderem produtos complexos como os planos de previdência privada que nem sempre serão vantajosos para o perfil do cliente. Algumas deixam de lado os princípios da probidade e da boa-fé contratuais fazendo simulações utópicas e extremamente otimistas de rendas futuras, apresentam informações incompletas, obscuras e difíceis de entender.

Veja 8 motivos para não fazer uma previdência privada aberta:

1) Previdência privada é poupança forçada que engessa seu patrimônio tirando sua liberdade de gerir seu próprio dinheiro ao longo do tempo.

2) Previdência privada tem baixíssima rentabilidade graças a cobrança de elevadas taxas de carregamento e taxas administrativas absurdamente altas. Existem planos com taxa administrativa de 3% ao ano e taxa de carregamento de 10% para pequenas aplicações mensais. As perdas são enormes para quem faz pequenos aportes mensais por décadas. Somente grandes fortunas pagam taxas menores. Só que donos de grandes fortunas não precisam de previdência privada.

3) Recentemente avaliei os resultados de 78 planos de previdência diferentes da seguradora de um dos maiores bancos privados do país. Somente 3 planos ganharam da Caderneta de Poupança nos últimos 12 meses. 31 deles tiveram rentabilidade negativa. As pessoas literalmente pagaram para perder dinheiro. Se tivessem guardado embaixo do colchão teria sido mais vantajoso. Nenhum plano superou o CDB e títulos públicos mesmo com taxa Selic baixa nos últimos 12 meses. Os resultados nos últimos 36 meses também foram péssimos. Com o atual cenário econômico o que garante boa rentabilidade nos próximos anos? Baixe a tabela de rentabilidade dos planos de previdência aberta das maiores instituições e compare com a renda fixa. Quem aprende a gerenciar o próprio dinheiro tem a liberdade de escolher os melhores investimentos mesmo em tempos de crise.

4) Previdência não está livre de riscos. Se para aplicações em CDB, poupança, fundos de Investimento, operações compromissadas, letras de câmbio, letras hipotecárias, letras imobiliárias e letras de crédito imobiliário você tem a proteção do Fundo Garantidor (R$ 250.000,00 por CPF, por instituição), na previdência privada não existe este tipo de garantia. Se a seguradora quebra você perde seu dinheiro ou precisa esperar decisões da justiça. As entidades que fiscalizam bancos e seguradoras são muito úteis e eficientes mas isto não impede falências. Ninguém melhor que o criador do plano de previdência PGBL para falar dos riscos (Leia entrevista). Veja opinião de entidades de defesa do consumidor (leia aqui).

“O risco de perder os recursos que foram aplicados é significativo, uma vez que a liquidação extrajudicial só será decretada em duas hipóteses: 1) Quando reconhecida a inviabilidade de recuperação da entidade de previdência complementar; 2ª hipótese: Na ausência de condição para seu funcionamento.” Prof. Samy Dana, FGV (Exame)

5) Previdência e liquidez. Existem planos com carência e penalidades para quem precisa sacar parte ou a totalidade do que foi investido. Existem casos onde o imposto de renda cobrado é de 35%. Muita gente possui a previdência privada como única forma de poupança. Você só vai sentir no bolso o que significa não ter liquidez quando ocorrer algum problema urgente na sua família como uma doença ou acidente. Antecipar o saque do seu próprio dinheiro pode significar um enorme prejuízo se ele estiver em um plano de previdência.

6) Algumas instituições, quando vendem planos de previdência fazem projeções maravilhosas e extremamente otimistas. Muitas vezes desconsideram o impacto da inflação e projetam taxas de juros utópicas para impressionar o cliente desprovido de informação e conhecimento. A falta de transparência de algumas empresas é proposital com objetivo de aumentar as vendas mesmo que isto gere expectativas distorcidas no consumidor. A matemática financeira que você precisa compreender para questionar as simulações das empresas não é fácil de entender para a maioria da população. E isto cria uma situação de desvantagem entre quem vende o plano e quem compra.

7) O benefício fiscal, para quem possui previdência PGBL, serve apenas para quem faz declaração completa do imposto de renda durante toda vida. Se hoje é vantajoso fazer a declaração completa amanhã pode não ser. Existem pessoas que fazem o PGBL sem entender claramente o que estão fazendo. Já vi gente que confunde benefício fiscal com isenção fiscal. As pessoas não percebem que no decorrer de décadas nem sempre será vantajoso fazer a declaração completa. Se hoje PGBL é uma boa opção pode ser que amanhã a VGBL seja melhor. E não existe portabilidade que permita migrar um PGBL para VGBL ou vice-versa. Quando você faz uma previdência PGBL está apenas fazendo um adiamento do pagamento do IR e não se isentando dele como muita gente acredita. Quem fizer um PGBL e usar a declaração simples (muita gente faz isso sem perceber) vai pagar o imposto duas vezes. Isso porque a alíquota de IR que você pagará no futuro incide sobre todo o montante acumulado no PGBL e não só nos rendimentos como ocorre VGBL ou em qualquer investimento de renda fixa tributado.

8) O plano de previdência com determinadas características pode oferecer boa rentabilidade hoje e uma rentabilidade péssima no futuro e estes ciclos podem se alternar várias vezes porque a cenário econômico está sempre mudando. Muita gente faz o plano olhando apenas a rentabilidade passada. A rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Sim. Existe a portabilidade. Mas será que as pessoas realmente fazem portabilidade? Muitas nem sabem que existe esta opção. Tendo controle sobre seu dinheiro você pode movimenta-lo para o melhor investimento dependendo do cenário. Pode diversificar seus investimentos para diluir riscos. Quando as tendências mudam você também muda e realoca seus ativos para a configuração mais vantajosa. Muitos fazem previdência privada e esquecem o dinheiro lá e isto é um erro grave.

Bônus: Quem escolhe receber o benefício através de “renda vitalícia” nem sempre sabe que no caso de morte o dinheiro fica para a seguradora. Ele passa a fazer parte da reserva técnica da seguradora. A sua família perde o dinheiro que você demorou tanto tempo para acumular. O ideal é sacar o saldo ou optar pela “Renda por período determinado”.

Conclusão:

As pessoas deveriam aprender a cuidar do próprio dinheiro. Existem muitas fontes de informação. Você pode aprender através de cursos, livros, vídeos e sites na internet. O investimento para adquirir conhecimento é insignificante perto dos benefícios. Você é livre para planejar sua própria aposentadoria sem precisar transferir esta responsabilidade para terceiros. Em alguns casos eles cobram muito caro por isto e oferecem muito pouco em troca.

Se você é uma pessoa determinada, disciplina e paciente pode construir e gerenciar usa própria riqueza. Se não possui estas qualidades pessoais pode desenvolvê-las investindo em você mesmo. Gerencie seu dinheiro de forma consciente sem se deixar influenciar pela força de venda das instituições.

Estude sobre as vantagens e as desvantagens dos investimentos e tente tirar suas próprias conclusões. Cuidado com a opinião de profissionais que só falam das vantagens daquilo que estão vendendo. Bons profissionais são aqueles que reconhecem e mostram as desvantagens e os riscos. São estes que estão comprometidos com o sucesso das pessoas mesmo que isto signifique perder uma venda.

Invista na sua educação financeira, busque liberdade e independência sobre seu dinheiro. Leia outras dicas sobre aposentadoria e previdência privada. Veja uma sugestão de Livro sobre Previdência Privada de autor independente.

Leia a opinião de outros autores independentes como é o caso do Prof. Samy Dana da FGV que possui Ph.D em Business, doutorado em administração, mestrado e bacharelado em economia nos artigos: “Custo ‘come’ benefícios da previdência complementar” (ler artigo) e também “Previdência privada pode representar desvantagem” (ler artigo), os dois publicados na Folha de São Paulo.

Texto de Leandro Ávila

Posted by: henriquesampaio | March 17, 2013

¿Realmente estás haciendo lo que te hace feliz?

El origen del capitalismo, con su porcentual de lisura, ocurrió en la era de la reforma del siglo XVI en Europa con la ética puritana inherente, que sirvió como contrapeso para justificar moralmente la utilidad de esta actividad. Una mudanza importante de valores solamente vendría a ocurrir en el Siglo XX, cuando la ética puritana de la reforma y de la ética cristiana tradicional fueron rechazadas y consideradas reliquias desnecesarias. En este momento, la teoría económica fue considerada una ciencia positiva en sí y liberada de cualquier visión moral, mientras la práctica económica fue considerada ciencia positiva de cualquier visión moral, mientras la práctica económica para algunos fue interpretada como se no necesitase de limitaciones morales y éticas.

Todavía, después la eclosión de una crisis es general la preocupación con las cuestiones ética. La discusión sobre la naturaleza del capitalismo, los valores a que hace apelación y que proporcionan éxito y supervivencia, no tiene aún una conclusión. La percepción dominante es que el negocio implica en alguna huida a la verdad inconveniente, ocultación e ilusión, egoísmo, ganancia y explotación. Como consecuencia, el capitalismo es siempre visto como la supervivencia de los más aptos y de los más fuertes siendo pues natural que los débiles sufran las consecuencias de su propia incapacidad y falta de éxito, sobe la forma de forma de falencias, desempleo, discriminación, etc. En este contexto, las empresas tendrían la responsabilidad de ayudar al Estado a compensar los excluidos del éxito, a través de acciones voluntarias de apoyo social.

Se llega  a la conclusión que la Globalización está asociada a la realización de intensos negocios internacionales, viabilizados por el alto grado de desarrollo tecnológica que permite la producción de una infinidad de bienes y servicios para ser negociados. El mundo, a lo largo de la historia, nunca estuvo en situación tan propicia para realizar tantos negocios como se pretende la Globalización.

Por otro lado, el mundo jamás estuvo tan cerca de un precipicio social y natural, que puede llevar al caos total y estamos muy cerca de él. Por este precipicio entendemos el conjunto de grande problemas que arrastran la humanidad a una situación dramática en la salida. Entre otros, los principales problemas son: terrorismo, tráfico de armas, de drogas y de personas, criminalidad, corrupción, intolerancia, inmoralidad, degeneración de los recursos naturales y sus respectivas catástrofes. Para una acción de reacción a esas tendencias, el mundo debe pensar en un Nuevo Orden Mundial, pues se nada ocurrir, la Globalización se tornará inviable y la sociedad humana se autodestruirá.

Contradictoriamente, por un lado nunca el mundo estuvo en una situación tan favorable para los negocios, pero también, por otro lado, nunca estuvo tan cerca de un colapso universal colapso universal. Se torna imprescindible que se realice la reeducación de los ciudadanos del planeta para que se tornen buenas personas.

 

En el caso de que la sociedad continúe a no aceptar la necesidad de autoanálisis, estará se dirigiendo para una catástrofe global. El sistema actual es corrupto e inmoral, y los mecanismo financieros globales ineficientes desde el punto de vista  del desarrollo social.

Posted by: henriquesampaio | February 24, 2013

La Globalización y el Neoliberalismo

Al analizar las temáticas del neoliberalismo y la globalización, nos enfrentamos a cuestiones relacionadas complejas y una realidad multifacética.
En las últimas décadas, fueron puestas en jaque, como vimos, la soberanía y se autodenomina de los Estados Nacionales.

Sin duda alguna, el significado de Estado-Nación, ha sido alterada drásticamente. Sin embargo no estamos de acuerdo con la tesis de que la globalización irá a desaparecer el Estado–Nación, certificamos que el continuara existiendo con funciones importantes. El proceso de globalización puede así mismo incentivar otras formas de actuación del estado. El estado regulador, el estado-mediador etc.

Queda la inquietud del papel del Estado–Nación, podrá continuar desempeñándose, a pesar de la globalización, y que el papel modificado de él todavía podría desempeñar con el objetivo de resistir los efectos negativos del procesos de la globalización (Las desigualdades sociales, las inestabilidades de las relaciones internacionales, el predominio de los interés económicos entre otros.)

La economía mundial tiende en dirección a una estricta “financeirización” de las actividades de los intercambios. Ese fenómeno es una expresión contemporánea de la definición, gestión y transformación de la riqueza en el capitalismo, cuya acumulación productiva abrió espacio para un régimen de acumulación con predominio especulativo.

La inestabilidad financiera que azota actualmente a los Estados Unidos de América, y que repercute en todo el mundo, derrumbado por la firme creencia de que países emergentes estarían inmunes, es reflejo de la explosión de una serie de burbujas especulativas que proporcionas el aumento de financiación y la estabilidad económica, aducido por la existencia del crédito abundadas y fácil en los últimos años.

La presente crisis fue generada, inicialmente, por exceso de fe en la habilidad del mercado de autocorregirse y auto regularse, y, posteriormente fue exacerbada por la ansiedad y falta de confianza en el mercado financiero y nuestros negocios en general. La regulación insuficiente de las actividades financieras es preocupante, teniendo en cuenta la falta de control en cuanto a las prácticas ilegales y a la especulación descontrolada y hasta el mismo interés particular, tal y como se expone en la película “Inside Jobs” expuesto durante el seminario (Análisis multivariable e Interdisciplinario en Dirección y Gestión empresarial) en Buenos Aires.

Es inherente al capitalismo las crisis, los riesgos y las especulaciones, todavía la crisis actual ha favorecido a los debates que se traten de como renovar el capitalismo.
Incursionamos en un nuevo ciclo de reajustes de los parámetros de la economía global que no permite encontrar más explicación en la teoría neoliberal. El entorno a las antiguas preocupaciones e ideales con las de Keynes comprueban esa situación, Así buscando una nueva regulación del sistema financiero, con el fin de desalentar la principal crisis.

Enfrentamos un período de tensión en el escenario internacional en que la competencia por capital tiende a intensificarse, afectando a la actuación del las empresas y de países que quiere atraer inversiones. Y es en estos momentos de inestabilidad que la parte más necesitada de la sociedad paga el precio como consecuencia de las crisis. En este sentido, certificamos que los gobiernos y Estado deben proteger las personas, trabajadores y no solamente a los bancos o conglomerados, de los peor y más prolongados efectos de la crisis.

Urge replantear el capitalismo y redimensionar la globalización que, en vez de ser explorada, debe ser una globalización solidaria.

Posted by: henriquesampaio | February 25, 2012

WHAT IS HAPPENING IN THE NORTHEAST OF BRAZIL?

Henrique Sampaio, Director of Financing and Project Recovery at the Ministry of National Integration
February 10, 2012 by Rachel Glickhouse.

Henrique Sampaio, director of financing and project recovery at the Ministry of National Integration, spoke during the first section of the Recife infrastructure and development conference.

“In the past, the northeast of Brazil represented the ‘Brazilian problem,’” said Sampaio. Poverty and underdevelopment marked the region, but this scenario has changed, leading to a “land of opportunities.” He named three factors responsible for the rapid growth of the northeast:

Sampaio: Northeast’s growth due to 3 factors: rise in wages, expansion of credit, & infrastructure investments.

Over the last decade these factors helped the region’s GDP grow robustly and consistently and above the national average. Sampaio attributed a rise in wages to the introduction of conditional cash transfer programs such as the Bolsa Família and to the increase in the national minimum wage, which increased 60 percent in real terms since 2003. But an overwhelming amount of income growth over the past nine years—around 75 percent—came from earnings, not donations. As a result, purchasing power increased, and the northeast was able to evolve into a large domestic consumer market. If the northeast were a country, it would rank thirty-ninth globally in terms of GDP. This rise in consumption has in turn helped attract new investments to the region, including from large multinationals such as Bunge and Kraft.

Credit for small businesses and entrepreneurs also helped expand the region’s economy. Banco do Nordeste’s CrediAmigo (Credit Friend) program was a major contributor, providing loans to entrepreneurs in both the formal and informal sectors. The program helped lift approximately 1 million people in the northeast out of extreme poverty. Sampaio also mentioned Minha Casa, Minha Vida (My House, My Life), a federal housing subsidy program for low income families, as an important factor in expanding credit.

The third factor Sampaio accredited to the boom in economic development in the northeast was long-term investment in infrastructure. With a geographic advantage and a booming consumer market, companies are looking to put money into the region, and are thus requiring better infrastructure. Airports, water access, and roads are among top priorities, and Sampaio mentioned two major infrastructure projects as examples of this: the transposition of the São Francisco River and the Transnordestina Railway.

The Transnordestina railway, under construction & being visited by President Dilma Rousseff today, will carry 30,000 tons of cargo per year.

He also mentioned that public policy and government administration will play an important role in these infrastructure projects, and that the key is ensuring they maintain functionality in the long term. To conclude, he quoted historian Luís da Câmara Cascudo, who once said: “The northeast doesn’t have problems, only delayed solutions.”

Posted by: henriquesampaio | December 27, 2011

What an incredible potential!!

Brazil has just overtaken UK as the world’s sixth largest economy, but what is the real potential of this South American giant?

Brazil’s population of about 200 million is more than three times that of Britain, and in my point of view, its economy growth would be just a matter of time and political orientation.

Part of the big economic change, where not only are we seeing a shift from the west to the east, but we’re also seeing that countries that produce vital commodities — food and energy and things like that — are doing very well and they’re gradually climbing up the economic league table, such as Brazil.

But, is the commodities produce the only Brazilians secret?

Sustainable growth is a topic of great interest among companies, as shown by an important report prepared by Booz & Company, a Global consulting firm serving major corporations, public institutions and organizations worldwide.

The Report offers a detailed presentation on the Personal Care. Perfume and Cosmetics sector, highlighting that this industry has been actively propelling Brazil´s economic growth over the past decade.

The HSM Management website recently reported that talks about sustainability in corporate environment are often met by comment that companies do not have money for sustainability, that “this is a cost we cannot bear now”, “that takes a lot of people”, or still “there is no money in sustainability”.

The report presents an in-depth study on the companies, service, trends, behaviors and investments in this industry and was written by specialists from Booz & Co, in partnership with ABIHPEC, the Brazilian Association for Personal Care, Perfume and Cosmetics Industries. The document also highlights existing positive market conditions, such as the rise in per capita income, population growth, increase in life expectancy and the growing participation of women in the labor market, which has been rising at much higher rates than the evolution of the country´s GDP for the same period, thus turning Brazil into the Third largest global market for products in this industry.

Figures show that some essential products, such as shampoo, soap and toothpaste, have registered a significant growth in their penetration rates among classes D and E. According to experts, the industry has a brilliant future ahead of itself. And its prospects keep getting better, as the rising income of the general population and the migration of classes D/E to class C are expected to lead to continuous growth.

The internet phenomenon and the explosion of information have been prompting a growing number of reflections, especially by journalists and essayists.

In the cult of the amateur, Andrew Keen points at the lack of credibility of most information and opinions offered on blogs and virtual encyclopedia. In Blur – Not yet released in Brazil – Bill Lovach and Tom Rosenstiel talk about the lack of focus of generation that only values things that are immediate and interactive, to the detriment of the past and independence. Bill Keller recently wrote in the New Your Times About the social network “trap”, as information is provided out of context and “friends” replace genuine personal relationships. (http://tinyurl.com/3qldumj)

Kovach and Rosenstiel say that “in the 21st century, more information is produced in three years than in the last 3000,000 years”, without really explaining the criteria used for reaching this figure. The fact is the today a 14-years old can have access to a wealth of information not even Bertrand Russell had access to one hundred years ago. However, say the authors, current readers do not have what Russell had aplenty: Analytical Skills. They do not even have those required for absorbing data and news reports in a critical, questioning manner without the dazzle and fads that seem to be setting the tone more and more, as evidenced by the celebrity culture.

“The main information gap in the 21st century is not between those who have access to the internet and those who don´t”, writes the duo of veteran US journalists. “It´s between those capable of creating knowledge and those who only reaffirm prejudices, without any development and learning.” The most recent surveys on the activity on the worldwide web point out that 90% of it refers to the exchange of messages over social networks, emails and interactions – less than 10% share content, i.e., use this wonderful research and knowledge tool. Being connected doesn´t mean being well informed or, even less so, educated.

I do not mean to draw a picture of cultural apocalypse. Keen, Kovach, Rosenstiel and Keller are voracious web users, write on blogs and twitters, interact with readers and know that their lives are divided between b.G. and a.G. – before Google and After Google. But, for that very same reason, they are worried about tomorrow´s users, who may not have the same discerning skills in order to distinguish the figures and reliefs amidst the haze of information. Schools barely participate in this world, remaining slow and linear; the mass media only reinforced by their parents – dream of fame and of never being displeased.

Major transformations always bring about major challenges.

Posted by: henriquesampaio | March 11, 2011

Lesson of history, sociology and political economy …

Posted by: henriquesampaio | February 19, 2011

What’s the meaning of feedback?

“Managers do things right while leaders do the right thing”. (Warren Bennis)

Business administration teachers often say management processes are comprised of five functions: Planning, organizing, leading, coordinating and controlling. But they also acknowledge the need to add to these the Idea – and the development – of a managerial vision. That is why exercising a multidisciplinary and innovative management perspective is so important: It goes beyond the usual approaches to feedback and addresses the company’s overall processes.

But what is feedback after all? This question takes us back to World War II: |In order to intercept Nazi missiles, the allies worked out a way to determine the future route of a missile by studying the path it had already covered. Based on a combination of information from radar, transmission, equipment and base signs for the control of coordinates, its future route could be projected. Such an information transmission process was called “feedback”|. Interesting information, shared by the “connections” series presented by historian James Burke and initially broadcast by the Discovery Channel.

In the Business world there are no rules for creativity or for doing the right thing. Creative people face a tough task in trying to transform themselves into brilliant thinkers, which means improving their capacity to interpret data, reports and past information, and covert them into abilities that may allow them to anticipate the future by interpreting what is happening now.

It’s the ability to go beyond simply doing things right. It’s doing the right thing.

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